sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Miguel Sousa Tavares e os prefessores (sim, outra vez...)

E, ora que como iluminado repentinamente por uma auréola de bom senso, MST faz uma análise objectiva e desprendida de preconceitos ao "caso avaliação dos professores".
Mas, ainda assim com dados ainda não muito bem assimilados:

"Alguém já ouviu a Fenprof propor outra avaliação ou outro qualquer método de premiar os melhores professores e castigar os professores dos falsos atestados médicos?"
Insiste nos atestados falsos; e, sim MST, o Sindicato apresentou 2 propostas alternativas.

Mas, pelo menos, já mostra evolução no discurso:
"Mas no Estado as regras são diferentes: progride-se simplesmente pela passagem dos anos, seja qual for o desempenho - por isso é que se diz que ali a antiguidade é um posto..."

Exacto, MST, no Estado. Isto não é só na Educação. Quero acreditar que no próximo artigo de opinião já tenha assimilado que os professores querem ser avaliados e, já agora ao contrário do que diz a Ministra, sempre foram desde há 30 anos. Bem ou mal avaliados? Isso é outra questão (se calhar, a próxima.)

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